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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A OLIMPÍADA DO BETO - Fundação Educar
Todos os livros da Fundação EDUCAR são distribuídos gratuitamente em escolas públicas, instituições e bibliotecas.
Acesse o link : http://www.educardpaschoal.org.br/web/leia-nossos-livros-ver.asp?cid=11
ADIVINHE O QUE É... FOLCLORE - Fundação Educar
ADIVINHE O QUE É... FOLCLORE
Autora Sandra Aymone
Realização Fundação EDUCAR DPaschoal
www.educardpaschoal.org.br F: (19) 3728-8129
http://www.educardpaschoal.org.br
Todos os livros da Fundação EDUCAR são distribuídos gratuitamente em escolas públicas, instituições e bibliotecas.
Autora Sandra Aymone
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A FOCA - Atividade
POEMA:
A FOCA
Vinícius de Moraes
Quer ver a foca
Ficar feliz?
É pôr uma bola
No seu nariz
Quer ver a foca
Bater palminha?
É dar a ela
Uma sardinha
Quer ver a foca
Comprar uma briga?
É espetar ela
Bem na barriga
Lá vai a foca
Toda arrumada
Dançar no circo
Pra garotada
Lá vai a foca
Subindo a escada
Depois descendo
Desengonçada
Quanto trabalha
A coitadinha
Pra garantir
Sua sardinha
ATIVIDADE:
Turma 1301
Turma 1301
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Poesia em toda parte II
Poesia em toda parte...
Roseana Murray
Aproveitamos a idéia de Dona Sofia ( Livro: A Caligrafia de Dona Sofia) e produzimos cartazes com poesias de Ricardo Azevedo, Roseana Murray, Elias José, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes,Henriqueta Lisboa, Mário Quintana, Sérgio Capparelli, Pedro Bandeira... que espalharemos pela escola.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Poesia em toda parte
Poesias, poesias, poesias...
Viajar pela leitura
Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim, sem compromisso,
você vai me entender
Mergulhe de cabeça na imaginação!
Clarice Pacheco
O Chapeuzinho
A menina comprou um chapéu
E colocou-o devagarinho:
Nele nasceram papoulas,
Dois pássaros fizeram ninho.
Chapéu de palha de trigo
Que a foice um dia cortou:
Na cabeça da menina,
O trigo ressuscitou.
Depois tirou o chapéu,
Tirou-o devagarinho,
Não vão murchar as papoulas,
Não se vai espantar o ninho.
E, chapeuzinho na mão,
De cabeça levantada,
A menina olhou o sol
Como a dizer-lhe:
Obrigada!
Matilde Rosa Araújo
A Boneca
Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira : “É minha!”
— “É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxavam por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca ...
Olavo
Bilac
Um Sono
tranqüilo
Pegue a noite mais escura
E misture ao leite.
Adicione estrelas
E planetas a gosto.
A seguir, leve ao fogo brando.
Quando o leite misturar-se à
noite
– Acrescente para o deleite
Olhares
E sonhos a gosto
Por alguns minutos.
(E pronto!).
Sobre a mesa um sono tranqüilo.
Esta poesia está no livro
infanto-juvenil "O Menino dos cataventos"
quinta-feira, 5 de julho de 2012
É tempo de poesia...
'Poema de Gratidão'
Abílio Barreto
Lembra-me, Mãe querida, a glória que me deste,
A alegria do lar no lençol de cravinas,
A mesa, o livro, o pão e as canções cristalinas,
As preces de ninar, no humilde berço agreste.
Ao perder-te, no mundo, o carinho celeste,
Vendo-te as mãos em cruz, quais flores pequeninas,
Fui chorar-te, debalde, ao pé das casuarinas,
Buscando-te a presença entre a lousa e o cipreste!...
Entretanto, do Além,caminhavas comigo,
Vinhas, a cada passo, anjo piedoso e amigo,
Guardar-me o coração na fé radiante e calma.
E, quando a morte veio expor-se à noite escura,
Solucei de alegria, em preces de ternura,
Em te revendo a luz, conduzindo minha’alma!..
A alegria do lar no lençol de cravinas,
A mesa, o livro, o pão e as canções cristalinas,
As preces de ninar, no humilde berço agreste.
Ao perder-te, no mundo, o carinho celeste,
Vendo-te as mãos em cruz, quais flores pequeninas,
Fui chorar-te, debalde, ao pé das casuarinas,
Buscando-te a presença entre a lousa e o cipreste!...
Entretanto, do Além,caminhavas comigo,
Vinhas, a cada passo, anjo piedoso e amigo,
Guardar-me o coração na fé radiante e calma.
E, quando a morte veio expor-se à noite escura,
Solucei de alegria, em preces de ternura,
Em te revendo a luz, conduzindo minha’alma!..
Abílio Barreto nasceu em 22 de outubro de 1883 em
Diamantina,Minas Gerais e morreu em 17 de julho de 1959.
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